DECLARAÇÃO POÉTICA AOS NOVOS CONFRADES DA ALCAP

Diêgo Nunes Boaes

Chegam vozes que vêm somar,
chegam mãos para edificar,
no templo vivo da palavra
onde Peri-Mirim aprende a se narrar.

 

Nicinha traz verbo e emoção,
Fábio Maia guarda o tempo e a história,
Ana Cléres, fé, canto e chão,
Mateus escreve presente e memória.

 

Shonem planta reflexão
Zé de Floriano é som e raiz,
Do Carmo e Taliane ensinam libertação
Paim canta o povo, canta feliz.

 

Santiago chega em toada antiga,
boi que dança, memória que liga,
Laércio prova, em número e razão,
que pensar também é criação.

 

França verseja a terra amada,
Ana Maria borda a jornada,
Sidlayne educa com mão segura,
Cíntia transforma saber em ternura.

 

Não são nomes só para registrar,
são forças prontas para somar,
reforço vivo da Academia,
sentinela da nossa poesia.

 

Que a palavra seja união,
que a cultura seja direção,
e que a ALCAP, em sua missão,
siga eterna no coração.