Valdevino Jesus Barros

Valdevino Jesus Barros nasceu em 9 de fevereiro de 1950, fruto de uma família simples, marcada por valores sólidos, trabalho e compromisso com a comunidade. Filho de Pedro Barros e Marcionília Silva Barros, construiu sua trajetória pautada na educação, no serviço público e na dedicação ao desenvolvimento social.

É pai de quatro filhos: Cíntia Solange Santos Barros, Valdevino Jesus Barros Júnior, Ana Caroline Ericeira Barros e Carlos Eduardo Ericeira Barros, com quem compartilha valores de responsabilidade, respeito e perseverança.

Graduou-se em Letras Modernas pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), formação que norteou grande parte de sua vida profissional. Atuou como educador por mais de três décadas, deixando contribuição significativa em diversas instituições de ensino. Iniciou sua carreira nos colégios Rubens Almeida e Garcia de Rezende, atuou por 33 anos no Colégio Dom Bosco, além de passagem pela Escola Santa Tereza, pelo Centro Educacional Gonçalves Dias, Centro Educacional Artur Carvalho, em São Luís, e pelo Colégio Batista, onde exerceu a docência por 11 anos.

Destacou-se também na área da gestão educacional, tendo sido gestor do Colégio Cenecista Agripino Marques, no período de 1993 a 2004, contribuindo de forma decisiva para a organização administrativa e pedagógica da instituição.

Na vida pública, Valdevino Jesus Barros teve atuação expressiva como vereador por quatro mandatos, período em que se dedicou à defesa dos interesses da população, especialmente nas áreas de educação, desenvolvimento social e fortalecimento das políticas públicas locais.

Atualmente, após uma trajetória marcada pelo ensino e pelo serviço público, dedica-se à atividade de agricultor rural, mantendo o vínculo com a terra e reafirmando seu compromisso com o trabalho digno e produtivo.

Sua história é marcada pela dedicação à educação, pelo exercício responsável da vida pública e pelo respeito à comunidade, constituindo um legado de serviço, ética e compromisso social.

Zaine Campos Ferreira

Zaine Campos Ferreira

Filiação: Enita de Jesus Campos Ferreira  e Agostinho Costa Ferreira.

Irmãos: Jeovan Ferreira, Juciléa Cabral, Henrique Campos Ferreira, Luiz Augusto Campos Ferreira, Jocelino Campos Ferreira.

Marido: Renan Lemos Gomes.

Filhos: Pablo Larrony Ferreira Gomes, Ruth Gabrielle Ferreira Gomes, Fábian Grazielle Ferreira Gomes, Fábio Agostinho Ferreira Gomes.

Netos: Linda Liz Martins Gomes, João Henry Nunes Gomes, José Heitor Nunes Gomes e Aurora Eliza Gomes.

Onde nasceu: Peri Mirim – MA Onde estudou: UEMA – Bequimão.

Formação acadêmica: Formada em Ciência (Química).

Profissão: Professora e Atualmente Secretária Municipal de Educação.

Nascida em Peri Mirim – MA, graduou-se em Ciência com habilitação em Química pela Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), no campus de Bequimão. Sua trajetória profissional é marcada pelo compromisso com a educação, atuando como professora e secretária de educação, sempre buscando melhorias para o ensino e o desenvolvimento da comunidade.

Há sete anos, iniciou sua caminhada na vida política, dedicando-se com empenho à área educacional, acreditando que a transformação social começa pelo conhecimento. Seu trabalho tem sido pautado na valorização dos profissionais da educação e na implementação de políticas públicas que garantam um ensino de qualidade para todos.

Além de sua atuação profissional e política, tem uma forte vida pública e religiosa. Católica e devota de São Sebastião, sua fé sempre guiou suas decisões e sua dedicação ao serviço público, trabalhando com ética, compromisso e zelo pelo bem-estar da comunidade. “Nada quebrado, nada faltando, nada fora do lugar”, reflete um princípio de ordem, equilíbrio e completude que pode ser aplicado tanto à vida pessoal quanto à gestão pública e educacional.

No contexto da educação, significa um sistema bem estruturado, onde cada estudante tem acesso ao conhecimento sem barreiras, cada professor tem os recursos necessários para ensinar, e a administração funciona de maneira eficiente, sem lacunas que prejudiquem o aprendizado.

Na vida pública, simboliza uma liderança responsável, onde as decisões são tomadas com planejamento e organização, garantindo que nada seja negligenciado, que nenhum setor fique desamparado e que tudo esteja em seu devido lugar parao  bem comum. Na fé e na espiritualidade, essa frase pode representar a confiança de que, com dedicação e devoção, tudo se alinha ao propósito maior, sem desordem, sem perdas e sem ausências que impeçam o crescimento e a evolução. Essa mensagem transmite a essência de uma trajetória marcada pelo compromisso, pela harmonia e pelo desejo de construir um legado sólido e justo.

William Campos Rio Branco

William Campos Rio Branco nasceu no dia 10 de abril de 1956, na localidade Ponta do Lago, no município de Peri Mirim, estado do Maranhão. Filho de Domingas Campos Rio Branco, carrega em sua trajetória os valores familiares herdados de seus avós Domingos Gusmão Campos e Agda Polinária Pereira Campos, figuras que representam a base de sua formação moral, cultural e humana.

Desde cedo, William desenvolveu um profundo amor por sua terra natal e pela cultura maranhense, sentimento que se tornou uma marca constante em sua vida pessoal e profissional. Orgulhoso de suas origens, sempre manteve viva a ligação com Peri Mirim, valorizando suas tradições, costumes e identidade cultural.

Formou-se em Administração, área na qual construiu sólida carreira como funcionário público estadual, exercendo suas funções com responsabilidade, ética e compromisso com o serviço público. Paralelamente, destacou-se também como radialista, utilizando o rádio como instrumento de comunicação, informação e valorização da cultura popular, aproximando a comunidade e dando voz ao povo.

Ao longo de sua trajetória, William Campos Rio Branco consolidou-se como um amante e defensor da cultura maranhense, alguém que reconhece na memória, na história e nas manifestações culturais de Peri Mirim um patrimônio que deve ser preservado e transmitido às futuras gerações.

Sua história se confunde com a própria história de sua terra, marcada pelo respeito às raízes familiares, pelo serviço à sociedade e pela dedicação à cultura local, tornando-se uma referência de identidade, pertencimento e amor ao Maranhão.

Laurijane Pereira Amorim

Laurijane Pereira Amorim (Nita) nasceu em 04 de março de 1963 em Santana Peri-Mirim/MA. Filha de Inácia Rosa Pereira Amorim e Jair Amorim. É a segunda filha de uma prole de seis filhos.

Mudou-se com a família de Santana para a sede de Peri-Mirim, aproximadamente com cinco anos de idade, para tomar conta do Casarão das Freitas, onde moraram por dez anos.

Alfabetização: Escola Cecília Botão

Curso antigo primário: Grupo Escolar Carneiro de Freitas

Ensino fundamental: CEMA – Centro Educacional do Maranhão.

Cursou o antigo magistério no Colégio Cenecista Agripino Marques.

Curso superior:  Licenciatura em Pedagogia – FAVIX (Faculdade de Ciências Humanas de Vitória).

Pós-graduação em Ciência do Ensino Superior.

Cursos diversos: Doceria, crochê, licor, pintura em tecido primeiros socorros macramê.

Técnica de Enfermagem, trabalhou no hospital e em vários postos de saúde do município, em Palmeirândia, São Bento, Nossa Clínica, também faz atendimento domiciliar, curativos, aplicação de injeção e etc., principalmente atendendo as pessoas mais vulneráveis que a procuram, com atendimento de promoção à saúde.

Exerceu as funções de Serviços Gerais na USP – SP e Cuidadora de idosos também em São Paulo.

Atualmente produz belos trabalhos artesanais com materiais da natureza como cipó, coco, vassoura de juçareira, casco de anajá, folhas e flores secas, retalhos de tecido e com materiais recicláveis (garrafas pet, vinho, longnet).

Ornamentação de eventos em igrejas, casamento clubes, inclusive a ornamentação da primeira Posse da ALCAP – Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense.

Animação de festas infantis (aniversário, páscoa, Dia das Crianças).

Realiza trabalhos voluntários em eventos infantis com animação e brincadeiras de palhaço, coelhinho da Páscoa, nega maluca e etc.

Também distribui roupas e cestas básicas para pessoas em situação de vulnerabilidade na comunidade.

Promotora de teatro, danças, Bumba meu boi, ciganos etc. Coordenadora do coral Cantos da Alma, Teatro (espírita); Maria resgatando Judas do umbral.

Declamação dos poemas: Perdão e Luz sobre o Alqueire

Formou o primeiro grupo de trilha de ciclistas com o objetivo de pedalar juntos em estradas de terra trilhas e matas focando na prática de mountain bike, promovendo socialização segurança motivação auxílio técnico em caso de quebras e descobertas de novas rotas.

Sobre Nita:

Personalidade forte, Criativa, Espiritualista, Alegre, Aventureira, Dançarina, Gosta de ser Ela mesma, valorizando sua trajetória.

ALCAP divulga relação de indicados a Membros Honorários e à Comenda Padre Gérard Gagnon – 2026

A Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) tornou pública a relação das indicações deferidas ao título de Membro Honorário da ALCAP e à Comenda “Padre Gérard Gagnon”, conforme Comunicado nº 001/2026, após análise da documentação apresentada, em observância ao Estatuto Social e ao Regimento Interno da instituição .

O processo de indicações ocorreu no período de 26 de dezembro de 2025 a 26 de janeiro de 2026 e resultou no deferimento de nove indicações para Membro Honorário e três indicações para a Comenda Padre Gérard Gagnon, reconhecendo personalidades que contribuem de forma relevante para a cultura, a educação, a arte e o desenvolvimento social.

Indicados a Membro Honorário da ALCAP,  foram deferidas as seguintes indicações:

Benedito de Jesus Costa Serrão

Laurijane Pereira Amorim

Lenir Costa

Maria de Lourdes Campos

Mirian Costa Pereira

Valdevino Jesus Barros

Walton França Martins

Willian Campos Rio Branco

Zaine Campos Ferreira

Indicados à Comenda “Padre Gérard Gagnon”, receberam indicação à comenda:

Atual Capoeira

João Batista Lima

Terezinha Nunes Pereira

A ALCAP informa que todas as indicações acima atenderam aos requisitos estatutários e regimentais, encontrando-se os indicados regularmente habilitados para a fase de votação, que ocorrerá em data a ser divulgada.

A divulgação reforça o compromisso institucional da Academia com a transparência, o reconhecimento de trajetórias relevantes e a valorização de pessoas que contribuem para o fortalecimento da cultura perimiriense.

Alice Santos Lopes: inspiração que começa cedo.

Alice Santos Lopes nasceu em 06 de agosto de 2011, perimiriense, filha da confreira Edna Jara Abreu Santos (membro fundador da ALCAP) e de Glacimar de Jesus Lopes Júnior. Desde criança foi instigada a gostar da leitura, da arte de pintar e da matemática.

A dedicação aos estudos sempre lhe rendeu excelentes resultados: notas altas nos boletins, destaques como “Aluna Nota 10”, líder de turma e há quatro anos vence o Soletrando de Língua Portuguesa e Língua Inglesa em sua turma. Em 2025 participou do Soletrando de LIBRAS e de Espanhol o qual foi também campeã na sua escola: Colégio Alda Ribeiro Corrêa-ARC.

Em 2019 foi destaque nas aulas de capoeira, ganhando medalha na categoria mirim; tem visibilidade no ballet e ganhou o primeiro lugar nos Jogos Escolares de Peri-Mirim – JEP’s, promovido pela SEMED e Prefeitura Municipal de Peri-Mirim, na modalidade Xadrez.

Escreveu o livro “A menina do vestido amarelo”, também a “Poesia à professora Edna Jara”- o qual foi publicada no site “O Regate: de Peri-Mirim para o mundo” e também já foi homenageada pela poesia “Por que tanta pressa? Acorda filha, está na hora!”, escrita por sua mãe.

Em 2024 ganhou medalha de ouro na OLITEF (Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira). Com sua turma, participou do DesafiEI, a maior Olimpíada de Desafios para o desenvolvimento de competências e habilidades socioemocionais do Brasil, realizada pela Escola da Inteligência.

Em janeiro de 2025, inscreveu-se no Concurso do Conselho da Biblioteca Prof. Taninho como representante da Comunidade Estudantil e foi aprovada; participa dos encontros do Clube de Leitura “Professor João Garcia Furtado” e já ganhou até oportunidade de criar uma arte para camisa do Festival ALCAP de Cultura.

Em 2025, com seus 14 anos, publicou seu primeiro livro intitulado: “Enquanto há tempo, há histórias” pela editora Estante Mágica, em parceria com o Colégio Alda Ribeiro Corrêa-ARC.

Pela banca Seleta Educação, ganhou medalha de Prata na Olimpíada Brasileira de Língua Inglesa-OBLI; medalha de prata no Torneio Nacional de Biologia-TNBio; medalha de Honra ao Mérito do Torneio Brasileiro de Ciências e outra medalha de Honra ao Mérito na OBLI.

É evangélica desde outubro de 2021 e já faz parte da Banda Salmos 100 como cantora, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Peri-Mirim. Agora dedica-se também a aprender tocar teclado e violão.

Na pintura, desde criança olhava vídeos no YouTube e desde então vem aprimorando suas técnicas. Gosta de pintar quadros com tinta à óleo e desenhos rápidos à lápis. Recentemente fez uma singela exposição na cerimônia de recepção dos Novos Membros da ALCAP -Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense. Na Jornada Acadêmica e Cultural da ALCAP, em maio (2026), almeja ampliar a visibilidade de seu talento nas telas e transformar suas criações em apoio concreto para a realização de sua formatura do 9° ano.

Para quem gosta desse tipo de arte e quer começar a explorar, Alice deixa uma mensagem de motivação: “Insista e vá com calma, se importe apenas com as criticas construtivas.

ADEMAR PEIXOTO ALMEIDA

Ademar Peixoto Almeida nasceu em 08 de abril de 1912 no bairro da Matriz – Pinheiro do Estado do Maranhão, filho de Vicente Lauro Almeida, natural de Mirinzal Maranhão e Zirza Debora Peixoto Almeida, natural de Pinheiro Maranhão, teve apenas   02 irmãos Astor e Nice.

Aos 20 anos, mudou-se para as Cabeceiras, hoje o município de Bequimão Maranhão, a fim de trabalhar como Caixeiro no comércio de um português denominado Senhor Campos. Mais tarde levou seu irmão  Astor para ser Guarda-livros do Comércio do Senhor Campos.

Após anos de trabalho, juntou um pouco de dinheiro, conheceu o Senhor Raimundo Magalhães  Ramalho conhecido com Nhô-Nhô Ramalho, dono das terras de Monte Alegre, Ariquipá. Nhô-Nhô, senhor de muita posse, radicado em Araquipá ,com Engenho de Açucar, cachaça e criação de gado. Tornou-se muito amigo  do Senhor Nhô-Nhô, conversando, Ademar demonstrou o interesse de colocar um comércio no interior de  Cabeceiras, então, o Senhor Nhô Nhô ofereceu um local em Monte Alegre exatamente naquele  mangueiral, instalou seu primeiro comércio, ficando um bom tempo.

Posteriormente, como queria ficar mais próximo da sua mãe em Pinheiro. Como para se deslocar para Pinheiro passava em Pericumanzinho, do município de Macapá ,hoje município de Peri-Mirim, encontrou um terreno na beira do campo,  como desejava iniciar criação de gado  comprou e transferiu o seu comércio para Pericumanzinho, onde se  instalou, porque já estava mais próximo de Pinheiro e também para da inicio à sua criação de gado.

Estabilizado na vida, Ademar encontrou a Sra. Almira Nogueira Ferreira, natural de Pericumanzinho  e formou sua família e tiveram 06 (seis) filhos: Adelmira, Verlande, Aldesira, Astor, Ademar e Nice.

Em  24 de janeiro de 1954, a Sra Almira veio a óbito em decorrência do parto da sua última filha. Como todos filhos ainda  eram pequenos, sua irmã Nice casada com Dr. Hélio João da Costa residente em Pinheiro, levou todos seus filhos para terminar de criar e ele sempre dando o apoio necessário de um bom pai.

Ademar teve ainda dois filhos antes da união com a Sra. Almira: Cleonice, em Pinheiro e Walter em Cabeceira. hoje Bequimão que foram criados por sua mãe.

Após dois anos de viuvez, Ademar formou outra família com a Sra. Sebastiana Gonçalves, com quem teve mais 10 filhos: Maria de Fatima, João do Carmo, Maria Rita, Raimundo, Vicente, Maria Batista, Manoel, José de Ribamar, Maria de Lourdes e Antônio Maria.

Na sua vida particular foi um homem trabalhador e cumpridor de suas obrigações, amigo de todos que trabalhavam com ele e com a população daquela região.  O comércio era muito grande, com muitos aviados que ele surtia as barracas para receber o babaçu em troca, que posteriormente levava em carro de boi ou nas costas dos animais para Pinheiro, onde ele negociava com a Organização Comercial Albino Paiva Ltda., ainda  surtia seu comércio  em São Luís com as Firma Batista Nunes e Moreira Sobrinho.

Importante lembrar que, no final da tarde o comércio parecia uma festa de tantas quebradeiras de coco que iam levar seus produtos para vender e comprar o sabão, açúcar , peixe seco, café o fumo, querosene e os tecidos para fazer suas roupas.

Ademar tinha muitos afilhados e compadres. Na sexta-feira Santa era um dia de festa, todos os filhos e afilhados vinham tomar a benção e passar o dia com ele, era um grande banquete muita torta de camarão, tainha frita, cuxá, vatapá e bacalhau norueguês e de sobremesa doce de leite e doce goiaba com queijo.

Na política, foi Vereador. Por amizade com General Artur Teixeira de Carvalho, foi indicado para concorrer à Prefeitura de Peri-Mirim, tendo como Vice Pedro Martins que eram  amigo e compadre. Venceu as eleições e seu mandato foi de 1970 a 1972 apenas 3 (três) anos chamado mandato tampão.

Após o término do mandato retornou para Pinheiro, sua terra natal, ainda viveu muitos anos, como foi acometido de AVC foi para São Luís em tratamento de saúde, não resistiu e veio a óbito em 15 de agosto de 1996 na Santa Casa de Misericórdia e seu sepultamento no Parque da Saudade em São Luís.

Dados e fotos fornecidos por Aldesira Peixoto.

Presidente da ALCAP é selecionada no Edital Ecoar

A presidente da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP), Jessythannya Carvalho Santos,  compartilhou, com grande alegria, a notícia de que foi selecionada no Edital Ecoar, no mês de setembro, que ofertou uma trilha de capacitação em elaboração de projetos culturais, com aproximadamente 300 (trezentos) candidatos por estado.

Após a etapa formativa, cada participante apresentou um projeto, e agora foi divulgada a relação dos selecionados para a segunda fase, que consiste em mentorias individuais voltadas ao fortalecimento técnico das propostas, visando sua submissão a editais de fomento à cultura. Ao final, três projetos por estado serão escolhidos para receber uma premiação simbólica em dinheiro.

Segundo a presidente, “o principal objetivo, contudo, sempre foi alcançar a etapa das mentorias, a fim de lapidar um projeto que nasceu no âmbito da ALCAP e que adaptei para o campo da economia criativa, foco do edital. Estou muito feliz com essa conquista. O projeto teve origem em um desejo do confrade Viegas de realizar um inventário do Tambor de Crioula, ao qual acrescentei ações de formação em comunicação comunitária, audiovisual e patrimônio cultural“.

Segundo o portal, o Edital ECOAR é uma iniciativa em parceria com o Instituto Equatorial para formar e apoiar pessoas na criação de projetos criativos, aumentando sua participação em editais públicos e privados. Podem participar pessoas a partir de 18 anos, residentes nos estados de Alagoas, Amapá, Goiás, Maranhão, Pará, Piauí ou Rio Grande do Sul, que busquem qualificação para captação de recursos, conhecimento em leis de incentivo e que tenham interesse em desenvolver projetos criativos nas áreas de arte, cultura, música, gastronomia, moda, artes visuais, patrimônio, design, audiovisual, comunicação, artesanato e tecnologia.

A seleção da presidente da ALCAP deixou em euforia todos os acadêmicos da agremiação, que a cumprimentaram de forma calorosa e efusiva.

 

Além desse resultado do edital Ecoar, também saiu o resultado do concurso literário da Defensoria Pública do MA (“MEMÓRIAS E VOZES DO MARANHÃO: CULTURA POPULAR E ACESSO À CIDADANIA), em que a crônica de Jessythannya está entre as obras selecionadas para compor a coletânea que será publicada pelo órgão,

Defensoria Pública Estadual do Maranhão https://share.google/XuPxvs1MTlfqDzdhr

Seletivos – Defensoria Pública Estadual do Maranhão https://share.google/givdYkJ8zUO6G8NJR

DECLARAÇÃO POÉTICA AOS NOVOS CONFRADES DA ALCAP

Diêgo Nunes Boaes

Chegam vozes que vêm somar,
chegam mãos para edificar,
no templo vivo da palavra
onde Peri-Mirim aprende a se narrar.

 

Nicinha traz verbo e emoção,
Fábio Maia guarda o tempo e a história,
Ana Cléres, fé, canto e chão,
Mateus escreve presente e memória.

 

Shonem planta reflexão
Zé de Floriano é som e raiz,
Do Carmo e Taliane ensinam libertação
Paim canta o povo, canta feliz.

 

Santiago chega em toada antiga,
boi que dança, memória que liga,
Laércio prova, em número e razão,
que pensar também é criação.

 

França verseja a terra amada,
Ana Maria borda a jornada,
Sidlayne educa com mão segura,
Cíntia transforma saber em ternura.

 

Não são nomes só para registrar,
são forças prontas para somar,
reforço vivo da Academia,
sentinela da nossa poesia.

 

Que a palavra seja união,
que a cultura seja direção,
e que a ALCAP, em sua missão,
siga eterna no coração.

 

ALCAP – pregando ideias, colhendo sonhos!

Por Diêgo Nunes Boaes

No silêncio das páginas abertas,
nasce a voz que não se apaga.
A ALCAP é chama acesa
no coração da palavra.

É ponte entre tempos e memórias,
onde o ontem encontra o amanhã,
guardando histórias do povo
que a escrita insiste em eternizar.

Aqui, cada letra tem raiz,
cada verso tem chão e rio,
tem cheiro de terra molhada,
tem nome, tem rosto, tem brio.

A ALCAP cultiva saberes
como quem planta esperança:
regando ideias, colhendo sonhos,
fazendo da cultura uma herança.

É casa de poetas e cronistas,
de vozes que ousaram ficar,
porque quem escreve sua história
não deixa o tempo lhe apagar.

ALCAP é mais que Academia:
é resistência, é missão.
É a palavra em forma de abrigo
para a alma e para a nação.