II FESTIVAL ALCAP DE CULTURA: “Memória ou nostalgia?”

Durante o II Festival ALCAP de Cultura ocorrido em 14 de novembro de 2024, no largo da Praça São Sebastião, vários alunos da rede estadual, municipal e particular de ensino revelaram seus talentos em várias áreas da literatura, arte e cultura. A crônica abaixo é de autoria de Lia Carla Silva França, egressa do Centro de Educacional Artur Teixeira de Carvalho. Atualmente finalizou o ensino médio, preparando-se para prestar Vestibular.


      Dias atrás pesquisei o que  é nostalgia. Esse conceito sempre me acompanhou, não nego, também sempre soube o significado, mas queria ter certeza de que a sensação que me acompanhava realmente era aquela. Com a certeza em mãos, procurei no Google o conceito de memória, também sabendo do que se tratava, busquei saber o que a internet definia como memória. Segundo o Google, memória é o armazenamento de informações e fatos obtidos através de experiências ouvidas ou vividas. Já um sentimento nostálgico – segundo o mesmo meio de pesquisa – é a sensação de saudade originada pela lembrança de um momento vivido no passado ou de pessoas que estão distantes. Confio plenamente nas duas definições, mas acrescento que ambas possuem algo em comum, a saudade talvez? A sensação de pertencimento ao passado? Acredito que varia de pessoa para pessoa, experiência para experiência, e de alma para alma. No meu caso, exclusivamente, a nostalgia está relacionada à repetida sensação de vivência. Exemplo disso é um sentimento de que eu já vivi este momento antes, mas talvez de outra forma.

      Quando criança, sonhava em fazer várias apresentações escolares, não como competição, mas queria que as pessoas ouvissem um pouco do que eu tinha para dizer – isso é memória. Anos depois, a ALCAP proporcionou um concurso de poesias, consegui ser ouvida, a poesia narrava – pela minha visão como criança – a cidade na qual cresci e desenvolvi toda uma vida. Foi um acontecimento pra mim, essa foi a primeira poesia lida e ouvida por alguém, por várias pessoas, inclusive – isso sim é nostalgia.

      Um fato importante sobre tal memória, é que me sentir ouvida foi um ponto inicial para aprender a me ouvir e aprender ouvir a voz dos outros. Lembro que na época eu achei o máximo a iniciativa da academia de letras, uma criança sendo ouvida em público era algo brilhante. Várias outras crianças tiveram suas poesias e desenhos vistos. Adolescentes também foram ouvidos através de suas crônicas.

     A escrita me acompanhou em grande parte da vida, o estudo sempre foi um forte aliado em dias nublados, ou até mesmo completamente limpos. Quando não conseguia falar, a escrita me acompanhava, escrevia tudo o que sentia, narrações do cotidiano, um diário pessoal, ou talvez uma crônica.  Talvez isso seja um pouco dos dois sentimentos.

      Ouvir e ser ouvida traz um sentimento de pertencimento, pertencimento ao lugar, lugar que digo são pessoas, momentos, aqueles momentos em que queremos morar para sempre. Foram nessas que ouvi várias histórias dos meus pais e avós, esses relatos foram responsáveis pelo meu segundo prêmio na ALCAP, 1° lugar na categoria crônica. Terceiro ano do ensino médio, ano em que tudo poderia mudar, ano em que todos os vestibulares finalmente se tornariam decisivos e sérios. Esse sim é um sentimento de nostalgia, é quando vivemos um momento pela primeira vez, mas sentindo o mesmo frio na barriga de todas as memórias passadas. Talvez porque o valor de um momento só seja medido quando é tornado em memória.

     Nostalgia é vivência, memórias são um poder que o passado nos proporciona, usar o passado para transformar o futuro é desafiador, mas benéfico. Um outro exemplo de memória é que: quando criança eu acreditava que os estudos mudariam a minha vida. Exemplo de nostalgia? O hoje. É como falar com a mesma empolgação e crença que a Lia de 13 anos tinha. A educação transforma!

     O sentimento de nostalgia talvez seja para nos lembrar e nos fazer reviver algo que pensávamos ter esquecido pra sempre, como um sonho. Foi através desse sentimento que tive a certeza da mulher que queria me tornar, foi revivendo sonhos e sensações que eu tive a coragem de correr e lutar. Talvez o passado não seja um lugar pra se morar, mas visitá-lo para que possamos transformar o nosso presente ou futuro em um lugar habitável e prazeroso, pode ser sim algo a se pensar.

    Revisito meu passado hoje, com o mesmo frio na barriga de momentos passados, momentos que vivi só por transformar em escritos o que meu eu criança pensava e o meu eu adolescente guardava, revisito meu passado, pois através dele sou quem sou hoje.  Revisito o meu passado porque me foi proporcionado a oportunidade de ser ouvida, já agora, sou eu quem ouço a voz das outras crianças, isso sim é nostalgia.

Crônica recitada por Lia durante o II Festival ALCAP de Cultura que ocorreu no dia 14/11/2024 na Praça São Sebastião em Peri-Mirim/MA.

Lia Carla Silva França vestida de branco.

A ALCAP PROMOVERÁ O II FESTIVAL DE CULTURA EM PERI-MIRIM

A Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) e parceiros promoverão no dia 14 de novembro de 2024, o II Festival de Cultura. O referido festival é um grande encontro de manifestações culturais que surgiu com o objetivo de promover um evento democrático de ampla participação popular que incentive a prática e vivência da cultura como expressão artística, contribuindo para a difusão cultural e o desenvolvimento regional por meio da cultura tradicional.

Na 1ª edição do festival, realizada no dia 07 de junho de 2019 em Peri-Mirim, criou-se um espaço para a divulgação da cultura e arte local. A praça central da cidade recebeu atrações como música, poesia, tambor de crioula, capoeira, artistas da terra, exposições, estande de venda de livros, feira gastronômica, roda de conversa e lançamento da 2ª edição do livro “Dicionário do Baixadês”, do escritor e acadêmico Flávio Braga.

Nesta 2ª edição, prevista que ocorrerá no dia 14 de novembro de 2024 na Praça da Igreja da Matriz de São Sebastião, estima-se receber um grande público que prestigiará várias atrações, conforme Programação abaixo:

16h – ABERTURA DA FEIRA CULTURAL: Exposição artística, fotográfica, literária, artesanal, plantas, cerâmicas, gastronomia

17h – ABERTURA DA TENDA CULTURAL COM OS DESBRAVADORES (IASD): Coral Infantil  Cantos de Alma, Apresentação teatral (EMCB), Coreografia (UMADPM), Dança contemporânea

17:40h -MANIFESTAÇÕES CULTURAIS

18:30h – POESIA E MÚSICA

19h – GRANDE ENCONTRO DOS ARTISTAS DA TERRA: Carlos Pique, Santiago, Paim, Edeilson, Paulo Sérgio e Frank Wilson

20:30h – APRESENTAÇÃO TEATRAL NO SINDPROESPEM (vagas limitadas*): 1) 0 Menestrel -Shakespeare (Thyago Alves) e 2) Espetáculo Curacanga (IFMA).


 

PROJETO PLANTIO SOLIDÁRIO DA ALCAP: Promoverá Troca de Mudas e Sementes durante a VII Ação de Graças na Jurema

A Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense  (ALCAP) promoverá a quarta Edição da Feira de Troca de Mudas, Sementes e Saberes, em parceria com a VII Ação de Graças na Jurema, que será realizada no dia 16 de novembro de 2024, no Sítio Jurema, Povoado do Cametá, no município de Peri-Mirim-MA.

A referida feira será realizada por meio do Projeto Plantio Solidário “João de Deus Martins”, que tem como gestora, Ana Cléres Santos Ferreira, que sempre contou a colaboração de Maria do Carmo Pinheiro, ambas amigas da ALCAP, as quais preparam um ambiente aprazível para receber a comunidade. A Ação de Graças na Jurema foi idealizada por José dos Santos, para promover a União em sua Comunidade.

Por iniciativa da acadêmica Jessythannya Santos, o objetivo da feira é auxiliar na preservação da biodiversidade, promover a educação ambiental, bem como estimular a alimentação orgânica e saudável. As mudas serão fornecidas pelo Jardim Botânico da Vale S.A. Porém, a maioria das mudas são oriundas do Sítio Boa Vista, de propriedade da gestora do Projeto.

Além de mudas de hortaliças, legumes e outros vegetais, serão trocadas/disponibilizadas plantas ornamentais, mudas de árvores frutíferas e não frutíferas, plantas medicinais, sementes e muito conhecimento e diversão. Esperamos contar com a participação de engenheiro agrônomo ou outro especialista, para orientar as pessoas.

O I Debate Público sobre o Autismo no Município de Peri-Mirim acontecerá no dia 26 de abril de 2024

No dia 12 de abril de 2024 às 08:30h reuniram-se na Sala do Empreendedor do Sebrae, membros da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) e secretarias municipais de Peri-Mirim para discutirem acerca dos detalhes sobre o evento I Debate sobre o Autismo no Município de Peri-Mirim, como o tema “Ler e Escrever: Direitos de Todos” que ocorrerá no dia 26 de abril deste ano, no horário de 08 às 11 horas no Clube da Cidade.

O debate contará com a presença de vários profissionais que atuam no cuidado com pessoas portadoras de transtorno do espectro autista (Tea), tais como: Psicopedagogo, Psicólogo, Educador Físico, Social: Terapeuta, Fonoaudiólogo e Assistente Social.

Ficou decidido que o cerimonial fica a cargo de Diêgo Nunes. A identidade visual do Debate – previsto para sair no mesmo dia. Confecção de Camisas: verificar preço e serão disponíveis para venda. Decoração por conta da Secretaria de Ação Social: Zilda. Ofícios para: autoridades eclesiásticas; Conselho Tutelar, etc. Lacinhos para lapela de todos os participantes e Credenciamento dos participantes mediante lista de presença.

Sobre a Oficina de Desenhos foi decidido que ficara para outro momento e que será abrangente, provavelmente em novembro.

Participaram da reunião: Ana Creusa Martins, Cíntia Serrão, Nasaré Silva, Francisco Viegas, Diêgo Nunes, Giselia Martins, Ana Cléres, Maria do Carmo Pinheiro, Cleonice Santos, Paulo Sérgio, Maninho Braga e Aparecida.

PLANTIO SOLIDÁRIO: Igreja Católica de São Jerônimo recebe mudas de plantas da ALCAP

Hoje, dia 24 de fevereiro de 2024, foi a vez de os fiéis da Igreja Católica de São Jerônimo receberem mudas de mudas de Acácia Roxa, Angelim, Pau Brasil e Ipê. As mudas foram doadas pela ALCAP (Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense), projeto este liberado pela amiga da Academia Ana Cléres Santos Ferreira. Realizaram o plantio, os confrades Nani Pereira da Silva, Diêgo Nunes, Venceslau Pereira e a amiga da ALCAP, Maria do Carmo Pereira Pinheiro, em parceria com a comunidade. Foram plantas aproximadamente 40 mudas que irão dar sombra e uma paisagem ainda mais linda aquela comunidade.

O Projeto Plantio Solidário “João de Deus Martins” trata-se de uma ação que tem como objetivo repovoar áreas que tiveram a vegetação removida por força da natureza ou pela ação humana – exploração de madeira, expansão de ambiente para agropecuária, queimadas, entre outros.

A exigência/orientação, para esta fase do projeto, é que a comunidade se responsabilize nas atividades de cuidados com as mudas.

 

 

 

PLANTIO SOLIDÁRIO: Pau Brasil em Homenagem a João Garcia Furtado

Por Diêgo Nunes

No contexto da Educação Ambiental, a Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) criou o projeto Plantio Solidário “João de Deus Martins”.

Na primeira etapa do referido projeto, cada acadêmico deverá plantar uma árvore duradora em homenagem ao seu patrono. O Projeto é coordenado por Ana Cléres Santos Ferreira.

Acadêmico: Diêgo Nunes Boaes – Cadeira nº 26, que tem como Patrono

Patrono: João Garcia Furtado

Planta escolhida: Pau-Brasil

Nome científicoPaubrasilia echinata

Pau-Brasil também chamado de arabutã, é uma árvore nativa das florestas tropicais brasileiras, presente no bioma mata atlântica. A espécie foi a primeira madeira a ser considerada de lei no Brasil.

A muda do Pau Brasil foi plantada no dia 15 de março de 2024, na área do Farol de Educação, que leva o nome de João Garcia Furtado. A planta foi doação da amiga da ALCAP, Ana Cléres Santos, proprietária do Sítio Boa Vista em Peri-Mirim.

Desafio do Projeto: Recebi  a missão de homenagear meu patrono, plantando uma árvore, missão esta que foi uma honra executar, visto que o meu patrono deixou um grande legado na área da Educação.

O evento do plantio contou com a presença de professores e alunos da rede municipal de Educação, pois, o projeto do Plantio Solidário é, antes de tudo, está a serviço da Educação Ambiental e do desenvolvimento sustentável que querer um meio ambiente limpo e saudável.

 

ALCAP: 09 de março de 2024, dia de Planejamentos e Ações

As experiências exitosas da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) se devem à interação com a comunidade e outras instituições, com foco no compartilhamento de ações necessárias ao desenvolvimento sustentável e participativo das pessoas.

No dia 09 de março de 2024, a ALCAP promoveu encontros e atividades, com o fito de desenvolver sua missão institucional: Plantio Solidário, sob a coordenação de Ana Cléres: a) plantio da Sumaúma em homenagem à patrona da academia; b) visita ao Poço D´Antas para visitar o plantio de ipês e repor algumas mudas; c) Plantio de muda de Sumaúma na área entre a Igreja Assembleia de Deus e a Escola José Demetrio Cordeiro no Povoado São Domingos e d) visita ao viveiro de Buragical.

SOLENIDADE DA SAUDADE 
Reunião na residência da família Bordalo às 16h. Ficando acertado em não ter lanche, pois, não é uma comemoração e sim um momento solene na igreja. A ALCAP ficou encarregada de doar os livretos, editado pelo confrade Viegas e o quadro por Ana Creusa. Clara Bordalo vai providenciar as músicas e passar pra Diêgo organizar juntamente com Jean Simas.
Discurso do presidente da ALCAP. Nenhum acadêmico vai faltar, todos irão de pelerine e medalha. – não faltar ninguém.
O convite será virtual. Daniel Bordalo ficou encarregado com Clara de organizar as fotos para apresentar em data show no momento solene. A organização dos bancos será em forma de plateia, a tela e data show ficará com Diêgo para providenciar com a SEMED. A sugestão do padre para decoração será com Gregore e Laeny. As flores para decoração ficará sobre responsabilidade da ALCAP. Ficou acertado de conversar com Jamerson pra fazer o flyer da solenidade. Encerramos às 17h e participou Viegas, Ana Creusa, Ana Cleres, Diêgo e Teresa. Ao saírem da reunião, os acadêmicos deslocaram-se à casa de Laene, para pedir apoio na realização da solenidade.

DELIBERAÇÕES

1) Biblioteca ALCAP professor Taninho – ficou decidido que faremos os móveis com marceneiro de Peri-Mirim, pois até o momento não deu certo a captação de recursos:
1.1) Gisa ficou responsável por essa ação – já comunicamos ao presidente do sindicato;
1.2) Provavelmente Diêgo vai trabalhar e gerir as atividades da Biblioteca;
1.3) Lembrar Paulo Sérgio sobre a disponibilidade de funcionário, requisitado por ofício;
1.5) Não iremos colocar livros velhos na Biblioteca, por se tratar de ambiente fechado, propício a mofo e outras contaminações – vamos conseguir doações de livros novos;
1.6) Estudar o melhor programa para controle dos empréstimos dos livros – Ana Creusa vai ver com o Bibliotecário – depois levar à apresentação e deliberação de todos e
1.7) Jessy fornecerá a placa da Biblioteca – decidir o melhor local de colocar, se acima da porta, ou na própria porta.

2) Projeto Plantio Solidário: ficou decidido que pediremos mais mudas à Vale;
2.1) Quem desejar mudinhas de pau-brasil, falar com Ana Cléres e

3) Ana Creusa não concorrerá à reeleição da presidência da ALCAP – indicando o confrade Viegas para sucedê-la, o que não impede que outros registrem chapa.

PLANTIO SOLIDÁRIO: Sumaúma de Naisa Amorim – foi substituída

Por Ana Cléres Santos Ferreira

A Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) lançou o projeto intitulado: Plantio Solidário “João de Deus Martins”. A primeira etapa do projeto prevê que cada membro da ALCAP deverá plantar uma árvore duradoura em homenagear ao seu patrono.

Para representar a patrona da Academia e da Cadeira 01 da ALCAP, Naisa Amorim, foi escolhida a Sumaúma ou Samaúma (Ceiba pentranda), árvore conhecida pela sua grandiosidade e beleza. A árvore foi plantada na entrada da cidade, na Praça Simpatia. O casal João Simpatia e dona Raimunda são os padrinhos da planta, destinando os cuidados necessários para que ela cresça e floresça naquele lugar especial.

Árvore rainha da Amazônia, gigantesca e sagrada para os maias e povos indígenas. Pode chegar a 50 metros de altura e viver cerca de 120 anos.

É das famílias das Malvaceae, encontrada em florestas pluviais da América Central, da África ocidental, do sudeste asiático e da América do Sul. No Brasil, ela ocorre na região da Amazônia, onde existe também uma ilha denominada Sumaúma, no rio Tapajós. Suas gigantescas raízes, são chamadas de sapopemas (palavra do tupi que significa raiz chata).  Conhecida como a “árvore da vida” ou “escada do céu“. Os indígenas consideram “a mãe de todas as árvores“.

Curiosidades sobre a Sumaúma

Seus frutos são cápsulas amareladas de 5 a 7 centímetros de diâmetro, por 8 a 16 cm de comprimento, onde cada uma pode conter de 120 a 175 sementes, envoltas em uma paina (fibra natural semelhante ao algodão), de características leves, brancas e sedosas.

Das sementes também pode se extrair o óleo que, além do uso alimentar, é usado também na produção de sabões, lubrificantes e em iluminação, além de ser eficiente no combate à ferrugem. Rica em proteínas, óleo e carboidratos, a torta das sementes serve de ração para animais e como adubo.

A fibra natural que envolve os seus frutos, é utilizada como alternativa do algodão, usada para encher almofadas, isolamentos e até colchões.

A samaúma também possui propriedades medicinais Da seiva da sumaúma é produzido medicamento para o tratamento da conjuntivite. A casca tem propriedades diuréticas e é ingerido na forma de chá, indicado para o tratamento de hidropisia do abdômen e malária. Certas substâncias químicas extraídas da casca das raízes combatem algumas bactérias e fungos. Em margens de riachos secos, as raízes descobertas da sumaúma fornecem água potável no verão.

Quanto à sua veneração, de acordo com a sabedoria da floresta, na base da sumaúma há um portal, invisível aos olhos humanos que conecta esta realidade com o universo espiritual. Os seres mitológicos das matas entram e saem por esse portal.

A muda de Sumaúma foi plantada, por membros da ALCAP, em 09 de março de 2024 na entrada da cidade de Peri-Mirim, na Praça  Simpatia,  em homenagem a Domingos Raimundo Gonçalves (in memoriam, vulgo simpatia. A muda foi plantada pela gestora do Projeto, Ana Cléres Santos Ferreira, a semente foi coletada de uma árvore localizada no bairro do Outeiro da Cruz em São Luís, que já é tombada pelo município.

Fonte de pesquisa: https://portalamazonia.com/amazonia/conheca-a-arvore-rainha-da-amazonia-a-gigantesca-sagrada-sumauma.

PROJETO CLUBE DE LEITURA DA ALCAP PROMOVE ATIVIDADES DURANTE A VI AÇÃO DE GRAÇAS NA JUREMA

Durante a VI Ação de Graças na Jurema foi apresentada uma mostra de livros e demais materiais didáticos pela Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP). As crianças realizaram leituras, pinturas, ganharam materiais escolares e praticaram várias brincadeiras instrutivas, como atividade desenvolvida pelo Clube de Leitura “Professor João Garcia Furtado” que é um projeto de incentivo à leitura, que objetiva fomentar a leitura na comunidade, como uma prática social e contribuir para a formação de uma nova geração de leitores.

A gestora do Projeto, Tatá Martins, empenhou-se para que todas as crianças pudessem participar daquele momento instrutivo e edificante.

PROJETO PLANTIO SOLIDÁRIO DA ALCAP: Promoveu Troca de Mudas e Sementes na VI Ação de Graças na Jurema

A Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense  (ALCAP) promoveu a terceira Edição da Feira de Troca de Mudas, Sementes e Saberes, durante a VI Ação de Graças na Jurema, realizada em 14 de outubro de 2023, no Sítio Jurema no Povoado do Cametá, município de Peri-Mirim-MA.

A referida feira foi realizada por meio do Projeto Plantio Solidário João de Deus Martins, que tem como gestora, Ana Cléres Santos Ferreira, com a colaboração de Ducarmo, as quais estão preparam um ambiente aprazível para receber a comunidade. A Ação de Graças na Jurema foi idealizada por José dos Santos, para promover a União em sua comunidade.

O objetivo da feira é ajudar a preservar a biodiversidade, promover a educação ambiental e estimular a alimentação saudável e orgânica. As mudas foram fornecidas pelo Jardim Botânico da Vale S.A, UEMA, por meio do Prof. Dr. Gusmão Araújo, a maioria das mudas são oriundas do Sítio Boa Vista, de propriedade da gestora do Projeto.

Além de mudas de hortaliças, legumes e vegetais, foram trocadas plantas ornamentais, como por exemplo, flores e cactos, bem como frutíferas e não frutíferas, plantas medicinais, sementes e muito conhecimento. Esperamos contar com a participação de engenheiro agrônomo ou outro especialista, para orientar as pessoas.