ALCAP: Sarau Cultural Fábrica de Inspirações

A Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) organizou no dia 07 de abril de 2019, às 15h, no prédio da Escola Municipal Carneiro de Freitas, o 1º Sarau Cultural intitulado Fábrica de Inspirações, que teve por objetivo a valorização dos talentos culturais da comunidade perimiriense, possibilitando momentos de descontração, lazer e diversão, como forma de unir toda a família e encontro de pessoas que desejam dialogar, conhecer, experimentar e compartilhar conhecimentos.

Dessa forma, foi criado um ambiente de conversa aberta, livre e descontraída possibilitando emergências de inovações sociais, culturais e políticas, possibilitando as mais variadas manifestações culturais num espaço para socialização de seus saberes, que tem por finalidade a divulgação das variadas manifestações culturais através de recitais, músicas, poemas, livros, estórias, dentre outras que represente a identidade e a cultura local.

Para esclarecimentos, Sarau é um evento cultural onde as pessoas se encontram para se expressarem ou se manifestarem artisticamente. A palavra tem origem no termo latino serus (relativo ao entardecer), porque acontecia, em geral, no fim do dia. Pode envolver dança, poesia, círculos de leitura, seção de filme, música, bate-papo filosófico, pintura, teatro etc. Muito comuns no século XIX, os saraus vêm sendo resgatados e reinventados pelas escolas como uma maneira de fortalecer a identidade da comunidade escolar, promovendo a integração de todos de forma descontraída, criativa e mais envolvente do que a tradicional reunião de pais. É um momento para a soma de conhecimentos, descobertas e vivências coletivas.

O projeto foi apresentado na sétima reunião da ALCAP, 27/01/2019, idealizado pela vice-presidente Jessythannya Carvalho Santos, com o nome Café Literário, mas logo o nome foi alterado pela comissão para Sarau Cultural, pelo número de propostas que iriam ser mais agregadas. A comissão do 1º Sarau foi composta pelos acadêmicos: Adelaide Pereira Mendes, Ataniêta Márcia Nunes Martins, Diêgo Nunes Boaes, Gisélia Pinheiro Martins e Maria Nasaré Silva. Diêgo Nunes Boaes foi o cerimonialista e Padre Léo, o orador do evento.

O evento teve como tema os 100 anos de Peri Mirim e contou com a participação de crianças, jovens, adultos e idosos. Na ocasião foram homenageados pelas confreiras Adelaide Pereira Mendes e Gisélia Pinheiro Martins os centenários da cidade: Raul Pereira Mendes, Alexandre Campos, Amância Silva e Antônia Melo. Todos tiveram suas biografias lidas e cada um recebeu a placa personalizada pela ALCAP. Tivemos a participação do Teatro de Fantoches da Dança Laço de Prata, que em cordel apresentaram Peri-Mirim para o público.

No 1º Sarau também tivemos mais homenagem, dessa vez ao nosso eterno Coronel Carneiro de Freitas, o elogio ao patrono foi feito pela confreira Ataniêta Márcia Nunes Martins, que contou a trajetória desse político ilustre que muito contribuiu para a emancipação de Peri-Mirim, ao fim foi doado pela confreira à Escola Carneiro de Freitas, a foto e a biografia do patrono da cadeira 21 da ALCAP, na ocasião a Gestora Professora Dalcione Silva França participou da homenagem como representante do patrono, pelo vínculo com a escola.

No momento cultural tivemos a apresentação do Grupo do Divino Espírito Santo, o famoso grupo da Dona Nicinha, grupo que encanta a todos há décadas, e a cada ano uma inovação. No fim da apresentação do grupo, a confreira Maria Nasaré Silva fez uma singela homenagem à dona Nicinha, pela luta, e garra que vem há muito tempo fazendo parte da nossa cultura perimiriense.

Cada toque das caixeiras era uma emoção maior, sem dúvidas, foi um dos momentos mais sublimes do 1º Sarau. Foi história, encanto, riqueza, muita diversão, sorrisos à beça, o 1º Sarau fez e deixou saudades! foi rico em valores pra todas as idades.

PLANTIO SOLIDÁRIO: Pau-brasil de Nazaré Serra

Por Nani Sebastiana

A Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) lançou no dia 29/02/2020 um projeto intitulado: Plantio SolidárioJoão de Deus Martins”. A primeira etapa do projeto prevê que cada membro da ALCAP deverá plantar uma árvore duradoura em homenagear ao seu patrono.

Para representar Maria de Nazaré Serra Maia, patrona da Cadeira nº 10 da ALCAP, ocupada pela acadêmica Nani Sebastiana Pereira da Silva, foi escolhida a árvore Pau Brasil (Caesalpinia echinata).

Caesalpinia echinataA planta adulta apresenta espinhos no tronco e nos ramos; folhas de notável valor ornamental devido à coloração verde intensa e brilhante, muito ramificada; flores muito perfumadas, de cor amarela com uma das pétalas diferenciada no formato e com uma mancha vermelha intensa ou escuro-avermelhada no centro. A resina da árvore possui uma intensa cor avermelhada. Os frutos apresentam abertura explosiva jogando as sementes a longa distância.

A Literatura registra que o pau-brasil é uma árvore originária do Brasil, que ocorre na zona da Mata Atlântica, especialmente na região nordeste do Brasil. Foi a descoberta da existência desta espécie que deu origem ao nome do país, depois da chegada dos navegadores portugueses no Brasil. Inicialmente o nome dado ao país foi Terra Brasilis, sendo depois modificado para Brasil.

A muda de pau-brasil foi plantada em 20 de março de 2020 no quintal da Acadêmica Nani. A referida muda é originária do Sítio Boa Vista em Peri-Mirim.

flor pb

PLANTIO SOLIDÁRIO: Baobá de João de Deus Martins

Por Ana Creusa

A Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP) lançou no dia 29/02/2020 um projeto intitulado: Plantio SolidárioJoão de Deus Martins”. A primeira etapa do projeto prevê que cada membro da ALCAP deverá plantar uma árvore duradoura em homenagear ao seu patrono.

Para representar o patrono da Cadeira 12 da ALCAP, ocupada pela acadêmica Ana Creusa Martins dos Santos, foi escolhida a árvore Baobá (Adansonia digitata), cuja muda foi adquirida em São Paulo, pois, o único exemplar na Baixada Maranhense que se tem notícia está em São Vicente Férrer. Foi tentada, sem êxito, a germinação das sementes do Baobá pela equipe do Dr. Gusmão Araújo, professor do Curso de Agronomia da Universidade Estadual do Maranhão.

O baobá é uma árvore que fascina povos de todo o mundo, no Brasil ela tem uma forte relação com a religiosidade do povo, sobretudo o de matriz africana. É a árvore-símbolo do livro “O Pequeno Príncipe” que foi escolhido como a primeira obra do Projeto Clube de Leitura da ALCAP.

João de Deus Martins deixou um grande legado de amor à natureza, inspirando seus descendentes como Maria Isabel Martins Nunes, Maria Amélia, Terezinha Nunes Pereira, Ana Cléres, e tantos outros, que cultivam belos jardins e pomares.

A muda de baobá foi plantada no Sítio Boa Vista em Peri-Mirim, no dia 02 de março de 2020.  Estima-se que  daqui a 15 anos os primeiros frutos possam ser saboreados.

Estiveram presentes ao ato de plantio, os amigos: Zeca, Tozinho Sodré e Sargento César; a neta de João de Deus, Maria Amélia e as bisnetas Ana Creusa e Ana Cléres.

Vídeos do plantio:  Tozinho Sodré; Zeca

Foto da muda em 02.09.2020

 

Família, família…

Autora: Giselia Pinheiro Martins

Observando alguns fatos sobre o que é uma família!!
Bom, sem causar ou já causando…
Deixem de tanto falatório! Muitos “moralistas” e poucos sensatos estão opinando por aí! E querem saber minha opinião?
“Família é sinônimo de amor e não de ódio!”
Atualmente, as famílias são constituídas de diversas formas e ‘modelos’! E sabe qual o modelo da minha? Aquela onde o amor está presente. Aquela em que o respeito tem o mesmo significado: amor!
Eu aprendi assim. Eu vivo assim!
Deixemos de julgar ou rotular o que é tradicionalmente uma família!
FAMÍLIA É FAMÍLIA! ♥️
Ame o próximo!
Respeite e viva o amor que se manifesta de diversas formas!

Por que tanta pressa?

Autora: Edna Jara Abreu Santos

“Acorda filha, está na hora!”

Para muitos,
A pressa é antônima de perfeição.
Como se para algo ser perfeito,
Sem falhas,
Demanda só de calma e atenção.
Embora, em alguns momentos,
A afirmação seja verdadeira,
Bem aí surge mais uma inquietação:
Será que a nossa imperfeição,
Surge desde a gestação?
Pois imaginemos um único esperma,
Que ágil e sozinho começa a fecundação.

Nove meses passam rápido,
E logo que o bebê nasce, Queremos alimentá-lo,
Dar banho, arrumá-lo,
Para a primeira visitação.
E assim o tempo vai passando, sem demora,
A ponto de não nos deixar dar conta,
De tamanho afobação.
Uma criança inocente, Que não sabe nada da vida,
Ainda tem por obrigação, Acostumar-se com tamanha aceleração.

“Acorda filha, está na hora! ”

Dois, três anos se vão,
E começa mais uma fase,
Da viciosa precipitação:
Cedo acorda, toma banho,
E sem demora já está na escola,
Para a alfabetização.
Alguns pais não entendem,
E não acham normal,
Tanta inquietação.
As crianças de hoje não ficam,
Tanto tempo sossegadas,
A não ser com um celular nas mãos.
E isso vêm afetando entre a família a relação.
Relação esta que a cada dia se modifica,
Com a tal virtual conexão.
Mas talvez seja a pressa e o tempo,
Os dois únicos culpados,
Da distância expulsar a proximidade com a família,
E não ter essa noção.

Cinco, sete anos, Passam-se rapidamente, E o ritmo do dia-a-dia, já está em rotina costumeira.
As horas vagas da tarde vão sendo preenchidas, Pelas aulas de reforço e de capoeira.

Oito anos já!
Acorda cedo,
Toma banho depressa,
Veste-se depressa,
Toma café e sai sem demorar.
As quatro horas de aulas também correm.
Quando chega, rápido almoça,
E vai logo se arrumar, Para aula na escola particular.

Quando se dá conta já é hora para casa retornar.
As poucas horas de lazer,
Na capoeira, em frente à TV, computador ou celular,
Passam-se velozmente antes do jantar.
Depois de um breve descanso,
É hora de deitar e esperar o próximo dia raiar,
E lá para às seis da manhã tudo novamente recomeçar.

A semana se repete como um ciclo sem fim.
É como estar em um filme,
Onde sempre ao final do dia,
Alguém aperta o botão retorno,
Sabendo o que advim.

Mas aí vem a pergunta: Será que a pressa afeta só a educação?
Por que nós pais buscamos tantas formas,
De à força torná-los independentes,
E com tamanha insensatez dizemos:
Que com a pressa o futuro dará mais retribuição!
Será que nossos filhos nas poucas horas em casa,
Estão recebendo de nós pais a suficiente atenção?
Será que na correria diária,
Para um futuro mais vantajoso,
Esquecemos de valorizar, Um sorriso,
Uma descoberta,
Um carinho,
A presença da pausa e tentar viver sem pressão?

Nota da autora: Há um ano escrevi este relato acima em forma de poema para minha filha Alice. E lhes digo que jamais imaginaria que uma pandemia iria assolar o país e o mundo numa proporção tão estonteante há mais de quatro meses. A minha preocupação diante da pressa diária da minha filha na sua rotina escolar ao longo dos oito anos, deu-se lugar ao cuidado em ficar em casa e cuidar da nossa saúde para não contrair o vírus. Cuidar também da saúde mental no isolamento, pois se para uma criança é difícil acompanhar o tempo e afazeres é difícil também parar abruptamente sua rotina.
É tempo de ressignificar os valores de família e aproveitar o momento, pois por hora, a pressa não apressa.

Histórico de criação da Escola Municipal “Cecília Botão” em Peri-Mirim-MA

Autora: Edna Jara Abreu

A Escola Municipal Cecília Botão situa-se na Baixada Maranhense, no centro de Peri Mirim. Segundo pesquisas, esta Escola iniciou suas atividades educacionais por volta do ano de 1965, quando o Município tinha como prefeito o Sr. Agripino Marques descrito pelos entrevistados como uma pessoa íntegra e preocupado com o bem-estar da comunidade. Somente no ano de 1966, na gestão do Sr. José Ribamar França Martins, que foi construído o prédio localizado na Rua Desembargador Pereira Junior, na sede do Município.

Prestando homenagem à conceituada professora Cecília Eusamar Campos Botão, deram-lhe o nome de Escola Municipal “Cecília Botão”. Em 1997, no mandato do Sr. Benedito Costa Serrão, a referida Escola passou por algumas mudanças, uma delas foi a ampliação dos turnos escolares em 3 (três): matutino (5ª a  8ª série), vespertino (5ª a 8ª série) de onze a quinze anos e noturno (EJA), permanecendo assim, até os dias atuais.

Para corrigir os detrimentos aos aspectos físicos, o prédio recebeu reforma recentemente e é composta por 15 (quinze) compartilhamentos no total, divididas assim: 8 salas de aula ativas, 1(uma) biblioteca, 1(uma) secretaria,1(uma) cantina, 1(um) depósito, 2 (dois) banheiros e 1(uma) sala dos professores. Em cada sala há 4 (quatro) ventiladores em perfeito funcionamento, 2 (dois) quadros (um quadro negro e um quadro branco) em cada sala, carteiras novas e merenda escolar no período da manhã e tarde.

Tem como atual diretor o Sr. Carlos Antônio Almeida, que busca manter a ordem e o cuidado na entrada e saída dos alunos, dos horários de aulas e a rigidez no fardamento escolar.

A disciplina Estágio Curricular Obrigatório no Ensino Fundamental, ministrado pela professora Elen Karla Sousa da Silva deu-se início no dia 18 de outubro de 2013, (sexta-feira), o qual foi explicado o roteiro da disciplina, bem como as etapas dos conteúdos e a sua carga horária de 225 (duzentos e vinte e cinco) horas. Ao longo do período de observação e regência que deu-se a partir do dia 21 de outubro a 29 de novembro de 2013 na Escola Municipal “Cecília Botão’’ em Peri Mirim- MA no período matutino e vespertino, proporcionou-me além de experiência, conhecer a história que levou a construção da referida escola, bem como suas necessidades educacionais, apoio dos professores, da coordenação e principalmente pela participação dos alunos.

A mulher do lençol branco

Autor: Diêgo Nunes Boaes

Algumas noites, quando o relógio cruzava as vinte e uma horas e o vento começava a sussurrar entre as casas, ela aparecia.
Deslizava pelas ruas de Peri-Mirim com os pés descalços, uma boneca na mão e um lençol branco que lhe cobria da cabeça até as pernas. Na parte de cima, parecia um capuz; para baixo, um vestido que dançava com o vento, como se tivesse vida própria.

Alta, magra, pálida uma presença que não tocava o chão, apenas passava.
Ninguém sabia de onde vinha, nem para onde ia. E quem ousava encarar seus olhos, dizia sentir um arrepio que começava na nuca e terminava nos ossos.
Ela nada dizia, e o silêncio era o que mais assustava.

A cidade, antes tão calma, começou a inventar nomes, rostos, histórias.
Uns diziam que era uma moça perturbada que andava durante o dia pelas ruas, mas logo a hipótese se desfazia a mulher do lençol era branca e alta, enquanto a moça era pequena e negra.
Outros juravam que vinha da Rua da Murtinha, onde as sombras se misturam com a fumaça dos vícios, mas também não, lá, ninguém a conhecia.

E havia ainda quem afirmasse, com convicção de beato, que era uma policial federal disfarçada, escondendo uma arma dentro da boneca.
Mas nada se provou.
O que se sabe é que ela continua rondando as madrugadas, como se fosse parte do próprio silêncio da cidade.

Quando ela passa, o tempo parece suspender o fôlego. Os cães calam, as janelas se fecham, e os poucos que ainda ficam à rua prendem o olhar, entre o medo e a curiosidade.

E fica a pergunta que a todos consome, mas ninguém ousa fazer em voz alta:
será uma mulher de carne e osso…
ou uma assombração que veste o branco da eternidade?

Remendos

Autora: Eni Amorim

Bem que a gente poderia remendar o tempo,
Fazer remendos em cima dos erros,
Para poder corrigi-Los;
Saturar o perdão,
Na alma de quem magoamos;
Costurar nossos amores,
Bem pertinho do nosso coração;
Pregar nosso amor;
No coração de quem amamos;
Cozer nossas melhores lembranças,
No fundo do baú de nossa saudade;
Cersir a bondade sobre toda a maldade;
Bordar a felicidade,
Em todos os cantos da terra;
Remendar o coração quebrado,
Por decepções amorosas;
Pontear a esperança,
Em cima do desalento;
Fazer fuxicos de alegrias, para afastar as tristezas;
E,
Usando um termo mais atual,
Customizar os tecidos fragilizados da nossa vida,
Com as linhas imaginárias do tempo,
Pois só ele é capaz de, Remendar nossas feridas.

Um vírus… Em 2020!

Autora: Giselia Martins

Um vírus. Exatamente! Um vírus, o novo corona vírus, o COVID-19.
Um vírus que está entre todos mostrando que somos pessoas, apenas pessoas!
Um vírus que não escolhe onde ou em quem quer se instalar. Podem ser em negros, brancos, índios ou pardos; ricos ou pobres. Independente de sexo ou religião. Na verdade, esse vírus não escolhe cara, nome ou posição social.

Chegou de uma forma invisível e devastadora. De epidemia passou a ser uma pandemia. Instalou o caos em todo o planeta. Pessoas morreram e muitas sobreviveram; e o fim para muitos, mostrou grande dor. Já, para outros, um fôlego de alegria. E, até o momento, a incerteza e o medo tomam conta do mundo.

Porém, com essa pandemia pode-se aprender grandes lições, lições para a vida!
Não direi aqui qual a lição deixada. Não, a cada um de nós cabe a sua própria reflexão. Cada um aprendeu ou não com o caos causado em nossas vidas por este vírus avassalador.

Particularmente, quero expressar o que vem com tudo isso, a minha reflexão:
1. Sou mãe, sou filha, sou esposa, sou irmã, sou tia, sou madrinha… com isso, percebo que o que temos de mais valioso na vida é a família; que devemos nos aproximar mais de todos que amamos e estreitar os laços.
2. Sou professora amo o que faço e quanta falta o meu Ofício de Educar e de transformar pessoas me faz.
3. Tenho amigos! Sou amiga! E, quantas saudades sinto das conversas, dos risos, das tristezas e das alegrias compartilhadas.
4. Sou Cristã e acredito que, apesar de tudo que vivemos hoje, estamos sob os cuidados de Deus. Um Deus que tudo pode, que nos fortalece e que tudo cura.

Ainda fica um grande aprendizado para todos nós: que amemos mais E que sejamos mais humanos. Pois somos todos iguais. Ninguém é melhor que ninguém!

E, por fim, externo toda minha esperança por dias melhores com uma citação do livro O Pequeno Príncipe de Antoine Sant-Exupéry: “As pessoas são solitárias porque constroem muros ao invés de pontes”. Pois, se as pessoas se preocupassem mais em “construir pontes”, para que pudessem partilhar e compartilhar seus sonhos, seus aprendizados e conquistas, com certeza o mundo seria bem melhor. As pessoas seriam menos egoístas e, juntas, seriam mais fortes e, assim, haveria mais empatia uns com os outros.

Antônio João França Pereira

Ocupante da Cadeira nº 06 da Academia de Letras, Ciências e Artes Perimiriense (ALCAP), que tem como patrona Cecília Euzamar Campos Botão.  É natural de Peri-Mirim (MA). Nasceu em 24 de junho de 1947. Filho de Antônio João Pereira e Mercedes França Pereira  (ambos in memoriam).

Casado com a Sra. Graça Maria França Pereira. Teve quatro filhos, atualmente só tem três, todos formados em Direito, quatro netos sendo um homem e três mulheres e duas bisnetas.

Estudou em Guimarães no Seminário S. José e em S. Luís no Seminário Santo Antônio viabilizado por Pe. Gerard. Cursou o 2.º grau no Liceu Maranhense. Formado em Letras. Ministrou cursos Intensivos de Matemática e Educação Física, curso de Formação de Gerente de Agência da Caixa Econômica Federal.

Lecionou Português e Matemática no Ginásio Bandeirantes de Peri-Mirim, Anajatuba, e nos colégios Coelho Neto, Escola Normal e colégio Caxiense em Caxias e Escola Normal em Barra do Corda.

Hoje, é aposentado da Caixa Econômica Federal e empresário.

É sincero, gosta da verdade, ama Peri-Mirim, em especial Portinho. Não é omisso, é otimista, filantrópico, solidário, veio para ajudar. Não consegue ter raiva, nem rancor de ninguém.

Tem noções de inglês, francês e latim.

Acredita que todos nós nascemos para fazer o bem.

Agradecimentos a todos que se engajaram na fundação desta Academia, hoje, “ALCAP”

Pensamento: “Enquanto eu era feliz tinha vários amigos, quando as coisas foram ficando difíceis, fiquei sozinho.”